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Após período difícil, Djokovic renasce no circuito e mostra entusiasmo para o futuro

O último domingo foi um dia especial para Novak Djokovic. O atleta, que vinha passando por dificuldades físicas há mais de um ano no Circuito ATP, se superou e conquistou pela quarta vez em sua carreira o título de Wimbledon, ao vencer na final o sul-africano Kevin Anderson por 3 sets a 0.

O troféu, 13º de Grand Slam da carreira, foi um dos maiores feitos do sérvio, como ele mesmo disse. “No sentido profissional, é definitivamente um dos meus maiores feitos por uma simples razão: nos últimos dois anos, passei pela lesão no cotovelo e muitas outras situações que dificultaram a minha carreira”, explicou a uma emissora de TV.

Para entender o tamanho do feito do tenista, precisamos voltar ao Grand Slam inglês de 2017, quando abandonou a competição nas quartas de final contra Tomas Berdych, após sentir uma lesão no cotovelo. A partir dali, ele anunciaria uma cirurgia que o deixaria meses afastado. A recuperação foi complicada e ele teve até mesmo uma recaída.

Foi apenas exatos seis meses depois, em janeiro deste ano, que o tenista voltou para a disputa do Australian Open, onde mostrou um nível muito abaixo de seu tradicional: ele acabou perdendo feio para o coreano Hyeon Chung nas oitavas da competição. Em torneios seguintes, mostrou um tênis fora de sua realidade sendo dominado por atletas acima do top 50 (raro em sua longa carreira), como o japonês Taro Daniel (109), o eslovaco Martin Klizan (140) e o italiano Marco Cecchinato (72), este último em pleno Roland Garros.

Começou então uma dúvida no ar. Será que o Novak Djokovic, ex-número 1 do mundo, estaria com os dias de sua carreira contados? O próprio sérvio cogitou uma aposentadoria no começo do ano. Isso foi revelado pelo ex-tenista italiano Fillippo Volandri a uma TV de seu país. “Foi uma situação que quase se tornou realidade, depois de perder em Miami ele conversou com sua equipe e falou: ‘Olha, conversei com os patrocinadores porque não sei se posso continuar jogando tênis’”.

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Este foi o 13º título de Grand Slam de Djokovic, quarto em Wimbledon (Foto: Skysports)

A ideia foi certamente abandonada por Nole. Mesmo despencando da liderança do ranking ATP para a 22ª colocação, o atleta não desistiu. Colecionou resultados frustrantes durante seis meses desde seu retorno, até a redenção em Wimbledon.

Na competição venceu grandes duelos, como contra o argentino Horacio Zeballos, o britânico Kyle Edmund (uma das surpresas da temporada), o japonês Kei Nishikori e o ápice: o espanhol Rafael Nadal, número 1 da atualidade. O confronto contra o Touro na semifinal, que para muitos era a final antecipada, foi resolvido no detalhe, por 3 sets a 2 (6/4, 3/6, 7/6, 3/6 e 10/8) e o ponto mais crucial para seu renascimento.

“Enquanto existir esta chama em mim, a paixão e o amor, permanecerei dedicado. É de extraordinária importância o apoio das pessoas mais próximas porque sem elas eu não conseguiria, tudo seria muito mais difícil”, disse o renovado Nole, que com o título retornou ao top 10 do ranking ATP.

O poder de superação também separa os comuns dos gênios. Djokovic sempre se mostrou um gênio dentro e fora das quadras. E agora reforçou o seu status com esta grande volta por cima. Bom para os amantes do tênis que terão novamente esse monstro com a confiança no alto, brigando novamente no topo. Já podemos cravar aqui um dos favoritos ao US Open?

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